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Ex-bailarina do Faustão sobre alimentação no presídio: “Comida estragada”

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Ex-bailarina do Faustão, Natacha Horana, foi umas das convidadas recentes do PodShape, comandado por Juju Salimeni, 39. No programa, ela abriu o jogo sobre o período em que ficou presa, reafirmando a sua inocência. Acusada de lavagem de dinheiro e suposto envolvimento com organizações criminosas, a influenciadora ficou presa de novembro de 2024 a março deste ano.

“Foi uma surpresa para mim como para todo mundo. Chegaram na minha casa em São Paulo e me prenderam. Falaram o por quê: lavagem de dinheiro e associação criminosa. Aí eu perguntei: ‘por quê?’. Eles disseram: ‘pergunta para o seu advogado’”, disse.

“São tão rápidas as coisas. Fui presa e fui para Barra Funda, lá tem audiência, audiência de custódia e lá ela não […] Perguntaram: ‘te bateram?’. Respondi que não. Ela disse: ‘então tá, vai presa’. Eu falei: ‘Deus do céu, o que está acontecendo. A juíza tem que ver que está acontecendo alguma coisa de errado. Eles não dizem nada e fiquem sem entender. Fui algemada igual bandida”, recordou.

Questionada por Juju sobre como foi a chegada da ex-bailarina na prisão, Natacha disse que o sentimento era de medo e pânico. “Pensei: ‘eu posso morrer aqui’. Você não dorme, não come, só chora, não pensa. Dividi a cela com 16 mulheres e só tinha lugar para oito. Colchão tinha uns quatro. [A gente vai se virando], dorme uma, a outra fica acordada e vai revezando”, revelou.

Horana afirmou ainda que foram os piores dias de sua vida. “Não desejo nem para o meu maior inimigo. E você, levando a culpa de outra pessoa. Sua família sofre e o mundo inteiro falando de você. Falando o que quiser. Quando eu saí me deu muita depressão, síndrome do pânico. Queria me esconder do mundo. Eu construí uma imagem durante dez anos, e é muito difícil construir uma imagem para uma coisa acontecer e destruir tudo: sua imagem, sua liberdade, liberdade emocional e financeira”, destacou.

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Por fim, a influenciadora também relembrou como era a alimentação na prisão. “Comida estragada, fruta podre. É péssima a comida. Eles até tem cuidado de fazer, mas até a comida chegar, às vezes tem trânsito. Chegava muita comida estragada. Às vezes tem calor também. Toda misturada. Passar Natal comendo ovo podre”, descreveu.

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